Elizabeth Barret Browning legou-nos um testemunho duradouro do seu grande amor. Teve um caderno de poemas publicados sob o título de Sonnets from de Portuguese (sonetos traduzidos do Português).
Um deles é considerado o mais belo poema de amor escrito por uma mulher, em língua inglesa:
Amo-te quanto em largo, alto e profundo
Minh'alma alcança quando, transporta,
Sente, alongando os olhos deste mundo,
Os fins do Ser, a Graça entressonhada.
Amo-te em cada dia, hora e segundo:
À luz do Sol, na noite sossegada.
E é tão pura a paixão de que me inundo
Quanto o pudor dos que não pedem nada.
Amo-te com o doer das velhas penas;
Com sorrisos, com lágrimas de prece,
E a fé da minha infância, ingênua e forte.
Amo-te até nas coisas mais pequenas.
Por toda a vida. E, assim Deus o quiser,
Ainda mais te amarei depois da morte.
(Tradução de Manuel Bandeira)


Lindo soneto,ameiiiiiii


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